O explosivo trailer de Crackdown
revelado pela Microsoft durante sua conferência na E3 deste ano não
deixou a comunidade gamer agitada somente em decorrência do retorno da
tal série. Além de ter anunciado de fato o jogo, a companhia acabou de
revelar que a tão discutida computação em nuvem deverá ser utilizada aos
montes. Em entrevista ao Kotaku, Phil Spencer, chefe das divisões do
Xbox, não tratou de responder a questões de modo evasivo: o executivo
foi claro e afirmou que os processos de renderização complexos deverão
ser realizados através do “poder da nuvem” em Crackdown.
“Então,
vamos dizer, e que isso seja algo não absoluto, você lança um míssil de
um determinado ângulo – a destruição retratada pela cena vai aparecer
de forma diferente dependendo do posicionamento do atirador, baseada,
portanto, ‘na física dos impactos’. Temos trabalhado, dessa forma, em
nossa capacidade real de realização cálculos de milhões e milhões de
partículas a partir da computação em nuvem”, elucidou Spencer. Neste
tipo de processo, a plataforma do usuário (Xbox One) iria se configurar
como um tipo de interface receptora de dados renderizados.
“O dispositivo local (video game) ‘não sabe’ a razão das localizações ou
o 'local onde o próximo frame deverá estar'. Ambos esses processos são
realizados por meio do poder da nuvem. Existem esses movimentos de troca
de informações entre ambas as plataformas”, disse também o figurão.
Spencer deixou claro também que a demonstração do mecanismo de renderização por meio de nuvem feita em abril deste ano utilizou como elemento o trabalho em progresso de Crackdown.
“Sim, a demo foi feita sobre a ‘versão em progresso’ de Crackdown”,
confirmou o executivo por meio de seu Twitter – assista abaixo a parte
das promessas feitas Microsoft.
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